Que loucura é o amor!
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Que loucura é o amor!

Sempre enjoei fácil e rápido de tudo, até de pessoas, por mais que eu não quisesse. Sempre me vi viajando sozinha, vivendo aventuras sozinhas, aprendendo e evoluindo sozinha. Sempre achei que não iria encontrar ninguém que insistisse em mim depois de eu avisar que era bem confusa e às vezes meio doidinha.

Nunca pensei que iria encontrar a minha versão masculina, o meu encaixe (quase) perfeito. Nunca acreditei que iria amar tanto alguém a ponto de querer viver o resto da vida ao lado dessa pessoa.

É, eu estava errada. Acho que “sempre” e “nunca” são duas palavras que temos que pensar duas vezes antes de usar. Ainda mais ao falar sobre o amor.

O que eu vou falar agora, vai parecer ilusão para quem não acredita no amor verdadeiro e transformador. Mas mesmo insegura, mesmo duvidando, eu sempre acreditei – e ele apareceu para mim como um anjo.

É, acredita que eu não enjoei desse menino? Pelo contrário, todo dia eu sinto uma saudade “imensa de grande”, como a gente costuma dizer. Eu me vejo viajando com ele pelo mundo, passando por aventuras e até perrengues do lado dele – a gente com certeza vai dar muita risada das situações.

Eu já aprendi tanto, desde o primeiro dia 18 (nosso dia, um dos meus números da “sorte”), mas continuo evoluindo todos os dias com o nosso relacionamento.

Sim, eu avisei ele logo de cara que eu era uma confusão, assim, se ele quisesse ir, seria melhor ir antes de entrar. Mas ele me passou confiança, mostrou interesse em mim e eu deixei ele conhecer muitas partes as quais nunca contei para ninguém.

Ele não foi embora – habitou meu coração.

Eu sempre brinco que ele é a minha versão masculina, aquela que eu nunca achei que iria encontrar. Somos tão parecidos, mas, ao mesmo tempo, bem diferentes. A gente se transborda, sabe? Só sentindo para entender.

E uma das coisas que eu mais quero é poder viver todos os dias ao lado dele. Quero poder amá-lo até o último dia. Que loucura é o (nosso) amor!

Eu sei que me transformei em outra pessoa quando conheci ele. De cara, tentei fugir, porque eu sabia que se olhasse naqueles olhos castanhos quase pretos, não teria volta. Mas uma voz, lá no fundinho, me disse para me jogar. E eu obedeci.

O amor é doidera mesmo – é o melhor sentimento do mundo. “Coisa” de outra dimensão. E eu poderia passar a madrugada toda escrevendo sobre como esse menino mudou minha vida – mas, não caberia no arquivo do Word.

Para ele eu não tenho medo de falar: eu te amo para sempre!

É, eu sou (completamente) apaixonada por ele.

Texto por: Lauren da Rocha Scomparim.

Para: (meu) Vitor. Feliz nosso dia!

Foto: @LaurendaRocha.
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sobre a autora

Apaixonada por tudo que faz meu coração vibrar: moda, dança, livros, fotografia, viagens, longboard, arte (em geral), música, céu, mar, sol e lua! Sou uma pessoa de muita fé e de alto astral! Futura estudante de moda, eu quero mostrar o lado “moda como expressão da sociedade”, pois acredito que ela não é só consumismo e regras ditas!